sábado, 3 de novembro de 2012

Não podemos ser ácidos


 
 
 
A faixa ideal do pH do sangue humano (e demais líquidos corporais) está entre 7,36 a 7,42; levemente alcalino. As variações bruscas deste pH irão comprometer a vida das células, pois em pH ácido o organismo segue concentrado lutando por sobrevivência e em levemente alcalino o organismo conquista a harmonia metabólica.
          
As doenças encontram condições mais propícias para se desenvolverem nos ambientes ácidos. Quanto mais ácido o sangue, mais os vírus, bactérias e fungos podem proliferar no organismo, e menos oxigênio é distribuído.

            Se você tem um problema de saúde, muito provavelmente está sofrendo de acidose. A acidose diminuirá a capacidade do corpo de assimilar minerais e outros nutrientes, diminuirá a produção de energia nas células, diminuirá a capacidade do seu organismo de reparar células doentes, diminuirá a capacidade do organismo de livrar-se de minerais pesados, auxiliará a reprodução de células de tumores, e fará o corpo mais susceptível de fadiga e doenças.
 
 
A Acidose pode causar os seguintes problemas: dano vascular, câncer, ganho de peso, diabetes, problemas hormonais, osteoporose e dor nas juntas, dores musculares e aumento do ácido lático, baixa energia e fadiga crônica, aumento de fermentações e fungos, tendência a contrair infecções, perda de iniciativa, prazer, e entusiasmo, tendências depressivas, dores de cabeça, excesso de ácidos no estômago, gastrite, unhas finas e quebradiças, cabelos secos, quebradiços e queda, pele seca, câimbras nas pernas.

Um pH ácido pode ocorrer devido a uma dieta acidificante, estresse emocional, sobrecarga de toxinas, e/ou reações ao sistema imunológico ou qualquer processo que dificulte as células de absorver oxigênio ou outros nutrientes. O corpo tentará compensar o pH acídico usando minerais alcalinos. Se a dieta não contiver minerais suficientes para compensar, ocorrerá uma acidificação celular.

A alimentação do nosso dia-a-dia é extremamente ácida ou forma ácidos na decomposição (acidificantes). Para manter o equilíbrio devemos ingerir mais ou menos 4 alimentos alcalinos para cada alimento ácido ou acidificante. Em porcentagem, 80% de alcalinos e 20% de ácidos, dando condições ao corpo de garantir a manutenção do equilíbrio alcalino-ácido.

Os ácidos vão se acumulando nos tecidos e articulações ao longo dos anos intoxicam o organismo, sobrecarregam os órgãos de eliminação e, desta forma, desencadeiam processos de doenças. Estes ácidos, muitos deles, vêem da digestão do alimento inadequado, atravessam a parede do intestino, que perdeu sua funçaõ seletiva devido à reações alérgicas alimentares, permitindo a passagem dessas substâncias tóxicas para a corrente circulatória. Todo o empenho dos sistemas orgânicos está voltado para manter o pH tampão (7,4 no sangue) e nesta compensação os ácidos que chegam ao sangue são imediatamente retirados e depositados nos tecidos.

Os alimentos alcalinos são aqueles que criam uma condição alcalina no corpo por possuírem uma alta concentração de Na (sódio), K (potássio), Ca (cálcio), Mg (magnésio) e Fe (ferro), enquanto os alimentos ricos em S (enxofre, P (fósforo), Cl (cloro) e I (iodo) são ácidos.

As frutas frescas e secas, as sementes (cruas e germinadas), as raízes, os legumes e as hortaliças (principalmente os orgânicos) quando ingeridos crus – por seu elevado teor de sais minerais, enzimas digestivas, vitaminas, água e fibras – são exatamente os alimentos mais alcalinizantes a nossa disposição.
           O açúcar, todas as gorduras e óleos hidrogenados, alimentos refinados, sintéticos e aditivados com modificadores químicos são igualmente acidificantes, assim como as carnes e proteínas de origem animal, pois necessitam de ácido clorídrico para sua difícil digestão no organismo humano. São também acidificantes todos os alimentos vegetais ‘velhos”, muito maduros e machucados.

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